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Museu Etno-Arqueológico enterra cápsula do tempo com memórias de 2020

Projeto vai preservar por uma década fotos e cartas enviadas pela população

No futuro, que lembranças teremos deste intenso ano que se finda? Para os itajaienses que participaram do Projeto “Cápsula do Tempo – Memórias de 2020”, essas recordações e experiências estarão preservadas até o ano de 2030. Na sexta-feira (18), as cartas e demais materiais recebidos pelo Museu Etno-Arqueológico de Itajaí, que organizou a proposta, foram depositados em um recipiente especial, que em seguida foi enterrado no pátio da instituição.


Criado para comemorar os 10 anos do Museu Etno-Arqueológico de Itajaí, celebrado em junho deste ano, o Projeto “Cápsula do Tempo” pretendeu reunir e guardar por uma década fotos e cartas enviadas pela população, com registros e relatos de suas vivências neste ano marcante para a história da humanidade. Essas memórias já têm data para serem desenterradas: 25 de junho de 2030, na comemoração dos 20 anos do Museu Etno-Arqueológico, que fica localizado no bairro Itaipava.

“Por trabalhar numa instituição que cuida da memória de um povo, que é a Fundação Genésio Miranda Lins, é que realizamos este projeto, executado em parceria com os demais servidores do Museu Etno-Arqueológico. Este é um momento ímpar que o mundo está vivendo. Por isso, registrar o pensamento das pessoas e a esperança que está dentro delas será um legado que levaremos dessa pandemia”, destaca Eliane Cristino da Silva, diretora de Museus e Arquivo na Fundação Genésio Miranda Lins.

Ao todo, foram 51 cartas recebidas e colocadas dentro da cápsula do tempo, que foi enterrada próxima ao Laboratório de Arqueologia, onde estará o futuro sambaqui-escola. Em cima do aterro também foi colocada uma pedra com uma placa comemorativa para que seja feita a identificação para a escavação daqui a dez anos.

Notícia retirada do site da Prefeitura Municipal de Itajaí
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